História da Adenorma
A ADENORMA – Associação de Desenvolvimento da Costa Norte, nasceu no dia doze de Outubro de mil novecentos e noventa e quatro, em S. Vicente, Ilha da Madeira.
A Secretaria Regional do Plano e da Coordenação reconhece «ADENORMA, Instituição Particular de Solidariedade Social, com Sede em S. Vicente isenta do IRC» no termos previsto na Lei». 
Ainda, no formalismo legal lê-se que «O Conselho de Governo reunido em plenário em 3 de Agosto de 2000, resolveu declarar de utilidade pública a Associação para o Desenvolvimento da Costa Norte da Madeira (ADENORMA) com sede na Vila de S. Vicente, nos termos do Decreto-Lei nº460/77 de Novembro e do Decreto Regional nº 26/78/M, de 3 de Julho».
Uma leitura dos Estatutos aponta o seu objetivo primordial «promover a valorização e conservação do Património e da base do potencial endógeno da zona norte da Região Autónoma da Madeira, com vista a contribuir para a melhoria do nível económico e sócio cultural das populações da respetiva área de atuação, praticando todas as ações que se mostrem necessárias à realização do seu objetivo».

Uma análise histórica, demonstra que a ADENORMA, desenvolveu e desenvolve as suas atividades fundamentalmente no Concelho de S. Vicente. Neste sentido, assumem especial importância os Projetos desenvolvidos no âmbito de Programa Nacional de Luta Contra a Pobreza. O primeiro teve sede no Lombo do Urzal, o segundo na 3ª Lombada - Ponta Delgada e um terceiro, no Rosário, em S. Vicente.
Uma leitura do seu historial, permite com clareza verificar a orientação dos fundadores. Na realidade as circunstâncias habitacionais e sociais em que vivia a população do Concelho de S. Vicente nessa altura, reclamaram a criação da Associação.

Desde o seu início a Associação contou com inúmeros apoios financeiros, dos quais se destacam: Companhia Portuguesa Rádio Marconi, os CTT, o Banco Português e Industrial, a Companhia de Seguros Tranquilidade, o Banco Português de Investimento, a CIMPOR, Jerónimo Martins, Recheio Lda, a Secil e apoios em espécie das firmas Cimentos Madeira, Empresas de Navegação e Telhas, entre outros.
Os apoios foram fundamentais para a recuperação (10) casas de famílias carenciadas do Sítio da Fajã do Penedo, na freguesia de Boaventura e do Sítio do Lombo do Urzal , na dita freguesia.
Saliente-se que no sítio do Lombo do Urzal foram recuperadas 36 habitações entre os anos de 1996 a 1997.
Tal foi a importância desta atividade, a recuperação das habitações degradadas, que inúmeras empresas se quiseram associar ao “Programa de Recuperação Paisagística e Ambiental do Concelho de S. Vicente”, Este processo de recuperação ambiental e habitacional foi sempre acompanhado pelo Centro de Segurança Social da Madeira. Parceiro fundamental no projeto.

Foram ainda solicitados e facultados pela Associação muitos apoios em material «para arranjo, ampliação e construção de moradias» de agregados familiares de outras freguesias e localidades do Concelho de S. Vicente.
Atualmente, e depois de recuperadas as inúmeras habitações, a expressão visível da Associação manifesta-se nos atuais Centros Comunitários, que resultaram dos extintos Projetos de Luta Contra a Pobreza: Centro Comunitário do Rosário e da 3ª Lombada. Os objetivos futuros passam pela implementação de mais 1 Centros Comunitários no Lombo do Urzal -Freguesia da Boaventura.

Neste âmbito, a implementação dos Centros Comunitários permite o desenvolvimento da atividade principal e primordial da Instituição. Estes, de uma forma articulada, constituem o meio eficaz de realização da sua atividade principal: A inclusão social e a prevenção/ resolução de problemas sociais específicos, para um tipo de população específica.